quinta-feira, 3 de junho de 2010

(Créditos da foto - Erasmo Ballot)


Fadados ao fim tão certo como a noite que cai
Enfrentando as mesmas perguntas,de onde viemos?para onde vamos?vale a pena?
Discutindo as mesmas dificultades e obstáculos ,aonde isso vai nos levar?
Sofrendo com toda a rotina cruel e estressante dos dias que se passam
Dando ordens a quem não sabe e obedecendo a quem detém o poder

As idéias vem e vão através da mente
Viajando ao desconhecido,em constante metamorfose
Buscando o divino para enfim termos a tranquilidade e paz ansiadas
Mas pobres mortais somos nós vivendo apenas de sonhos
Enquanto o mundo tão belo passa sorrindo diante de nossos olhos
Que estão muito bem fechados para tudo,que os que conseguem exergar o algo mais,
São taxados de lunáticos e fora da realidade

Somos a face da dúvida e do desespero
Olhando o vazio do céu noturno,buscando a nossa estrela guia
Que nos dará todas as respostas e nos trará a verdadeira paz
Porque se conseguimos ter alguma paz interior
A estranha realidade do mundo a sufoca
A felicidade realmente é uma arma quente,pronta para disparar na nossa cara!

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